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quinta-feira, 20 de outubro de 2011
quarta-feira, 19 de outubro de 2011
Experimentamos o Samsung Galaxy Nexus S | ||
Não se fala em outra coisa no mundo da tecnologia: foi lançado, hoje, em um evento em Hong Kong, o novo smartphone Galaxy Nexus S, fruto de uma saudável parceria entre o Google e a Samsung. Enquanto a fabricante de hardware entrou com seu expertise na criação de bons smartphones, a gigante da internet concedeu a exclusividade para o lançamento da versão 4.0 de seu sistema Android - também chamada de Ice Cream Sandwich. E de nada adianta um bom software se você não tem um bom hardware, certo? O Nexus S parece reunir o melhor dos dois mundos. Tivemos a sorte de visitar a fábrica da Samsung, em Seul, na Coréia do Sul, no mesmo dia em que o aparelho foi lançado aqui perto, em Hong Kong. Dentro do prédio que abriga os desenvolvedores e executivos da linha de smartphones, fomos apresentados à novidade em uma sessão exclusiva para 9 jornalistas. As primeiras impressões foram bastante positivas: o design é muito parecido com o do Galaxy S II, com duas principais diferenças: uma delas é a base mais "gordinha" (talvez para abrigar os elementos mais espessos que não cabem no corpo fino de 8,8 mm) e a outra é a tela "curvada" - que, segundo a fabricante, faz com que o aparelho se ajuste melhor ao rosto do usuário. Na prática, essa diferença é pouco percebida. No entanto, a velocidade do novo aparelho surpreende: com um processador dual core de 1.2 GHz, as telas deslizam de forma bastante esperta e a câmera tira fotos em uma rapidez surpreendente (são apenas décimos de segundo entre o apertar do botão, a foto gravada e a câmera estar disponível para uma segunda imagem). Aliás, a home do aparelho também oferece um atalho para a câmera, assim como no iOS5. Para os que gostaram da super tela do Galaxy S II, aqui vai uma boa notícia: a tela do Nexus S é ainda maior (4,65 polegadas contra 4,3 polegadas do modelo anterior). O engraçado é que, mesmo com a tela maior, o tamanho do corpo não é tão diferente do Galaxy S II, por exemplo. O que acontece é que os botões capacitivos deixaram de existir - na verdade, eles se tornaram "parte" da imagem. Assim, ao rodar um vídeo no formato landscape, por exemplo, eles desaparecem e a imagem passa a ocupar o espaço que era "gasto" por esses botões. A tecnologia dos displays também não para de evoluir, e o novo Nexus tem uma tela HD com 1280 x 720 pixels (a primeira com tal resolução no mundo mobile). E a câmera de 5 MP é capaz de tirar fotos e gravar vídeos com uma cor e brilho únicos (é claro, a tela AMOLED HD ajuda… para termos uma ideia melhor do resultado da câmera, seria bom que pudéssemos ver a foto em algum outro display também). O Ice Cream Sandwich é, talvez, o Android que trouxe mais mudanças em relação à versão anterior. Os ícones, agora, são alinhados ao centro e não nas laterais e, para criar uma pasta, é só jogar um app para cima do outro. A pasta, então, é criada instantaneamente. Para adicionar um terceiro elemento à pasta, é só repetir o procedimento. Os widgets também podem ter seus tamanhos alterados da forma como o usuário quiser, e a barra de favoritos (ou a linha de apps no pé da tela) pode trazer aqueles programas que o usuário julgar mais convenientes, ou que utilizar com mais frequência. O navegador, agora, permite que você salve sites para visualização offline e o travamento do smartphone via reconhecimento facial também funciona bem. Em locais com pouca luz, ou quando o aparelho não reconhece o seu "dono", o sistema direciona o usuário para a senha ou o "swipe", caso configurado. Estas foram as primeiras impressões ao utilizarmos o aparelho por pouco mais de meia hora. Os executivos da Samsung afirmaram que o Nexus S deve ser disponibilizado no Brasil antes mesmo do Natal. Portanto, aguardem um review mais completo assim que o lançamento for anunciado! |
terça-feira, 18 de outubro de 2011
Motorola lança tocador de MP3 similar ao iPod Nano da Apple | ||
Entre elas um software que mede batimentos cardíacos, tempo e calorias perdidas, e um GPS que mapeia corridas. O sistema de posicionamento ainda permite a sincronização com outros dispositivos, assim, as informações são enviadas e armazenadas em um portal específico. O MotoActive ainda vem com uma pulseira que pode ser usada como relógio ou preso ao bíceps. O dispositivo estará disponível em duas versões: 8 GB e 16 GB. O modelo mais simples sai por US$249 (cerca de R$440) e, o outro, vai custar US$299 (cerca de R$530). O tocador deve chegar ao mercado a partir do dia 6 de novembro. Veja abaixo um vídeo promocional do MotoActive e algumas fotos do aparelho. | ||
segunda-feira, 17 de outubro de 2011
Tablets a preço de banana
Tablets a preço de banana Na Inglaterra, as operadoras de telefonia oferecem tablets a preços bem abaixo dos encontrados nas lojas da Apple ou nos preços sugeridos por outros fabricantes, como a Samsung. Para isso, basta um contrato de fidelidade, e o aparelho sai bem mais em conta. O Japão foi mais longe. A operadora Softbank oferece iPads 2 de graça, em troca do contrato de fidelidade de dois anos. Foco nos estudantes Já na França, a aposta é nos estudantes das faculdades. A operadora líder do mercado francês, a Orange, apostou no grupo e passou a oferecer iPads 2 e Galaxy Tabs ao custo de 1 euro (cerca de 2,5 reais). A iniciativa contou com o apoio do governo francês e, novamente aqui, o que vale é contrato de fidelidade com a operadora 3G por dois anos. | ||
domingo, 16 de outubro de 2011
Em Londres, o Olhar Digital "bateu um papo" com o Siri, da Apple | ||
Aguardando um voo no aeroporto de Heathrow, em Londres, não contive minha curiosidade. Pedi umas horas a mais na capital inglesa com a intenção de visitar a loja da Apple e colocar minhas mãos no iPhone 4S, já no seu segundo dia de vendas no mundo. Por enquanto, o aparelho só está à venda em 7 países, e a Inglaterra é um deles. A loja da Apple, aqui em Londres, fica em Covent Garden, um dos pontos turísticos mais movimentados da cidade, e foi pra lá que eu me dirigi direto do aeroporto. 20 estações de metrô e 50 minutos depois, lá estava eu, em Covent Garden, de frente para o templo da Maçã. Eu não tinha muito tempo - a loja fecharia em 1 hora. Corri em direção a algum vendedor, em busca do aparelho. "Onde está o iPhone 4S?" A resposta do funcionário foi aquela que já esperávamos: "Desculpe, senhor, não temos mais nenhum no estoque…" Todos os aparelhos foram vendidos em menos de 24 horas - não só aqui, mas em todas as lojas do mundo. Eu até havia guardado um dinheiro na esperança de conseguir um modelo para mim, mas precisarei esperar um pouco mais… De qualquer forma, queria experimentá-lo! Cerca de 10 modelos estavam à disposição dos clientes para que todos pudessem brincar com o último smartphone desenvolvido por Steve Jobs. E eu estava ali, na fila. Chegou a minha vez! O aparelho, realmente, me pareceu bem mais rápido que o iPhone 4. As telas e os apps se revezam sem travamento algum, em uma velocidade superior àquela que já nos acostumamos. A câmera de 8 MP tira fotos com uma qualidade surpreendente (ainda mais se comparada às imagens que vocês estão vendo aqui, captadas com um iPhone 3GS e feitas na correria, com uma fila inteira querendo te "espancar" por demorar demais com o aparelho nas mãos…) Mas a novidade que deixou todos bastante curiosos foi o Siri, o tal "aconselhador pessoal" desenvolvido pela equipe de Jobs. Já lemos muitos reviews por aí - principalmente de sites gringos. Mas será que o Siri é tão bom a ponto de conseguir desenvolver um diálogo com um brasileiro, que fala português? Foi o que eu quis experimentar. Para ativar o recurso, basta segurar o botão do smartphone por alguns segundos. Um microfone, então, é mostrado na tela para que você fale algo. Tentei ser simpático no meu primeiro contato com o Siri: "Hey Siri, how are you?" O resultado decepcionou… O aparelho, automaticamente, tentou estabelecer contato com um tal "Oie Lian Yeh". Seria esta pessoa algum cliente anterior a mim? De qualquer forma, o sistema não funcionou... Mas não perdi as esperanças. Arrisquei um comando mais simples: "Hello!" E não é que, assim, consegui estabelecer contato com a máquina pela primeira vez? Será que o meu sotaque é muito ruim? Afiei a língua, puxei aquele super acento britânico e perguntei: "What can I do in London?" (ou, "o que posso fazer em Londres?") Já me sentindo à vontade, resolvi desafiar a máquina: "I didn't like your suggestions". E o Siri foi irônico! Disse que, se eu não gostei das sugestões, é melhor que eu perguntasse à outra pessoa então! No mesmo clima, falei alguns palavrões e mandei-o para um lugar não muito amigável… E não é que a ironia continuou? "Desculpe, não gosto dessas categorias arbitrárias". Ok. Perguntei quanto custaria para levá-lo para casa. Ele checou… e, novamente, tirou uma onda! "You can't afford it!", ou "você não tem dinheiro para me comprar!" Na sequência, já irritado (sim, estava irritado com uma máquina que conversa comigo!), disse: "I hate you!" (eu te odeio!) "Eu nem mesmo existo… como você pode me odiar? Ok, ok. Baixei a guarda e perguntei: "Você fala português?" "Só posso verificar negócios nos Estados Unidos, e só quando você estiver falando em inglês americano ou britânico. Desculpe." Não satisfeito, perguntei: "Quando você falará português?" O Siri, gentilmente, repetiu a mensagem anterior. Estaria fazendo segredo? Com uma fila gigante atrás de mim, preferi me despedir da máquina antes de ser linchado pelos outros fregueses, também loucos para experimentar esta que, provavelmente, foi a última genialidade criada por Jobs. Após a experiência, concluí que o Siri é, realmente, um sistema bastante inteligente. Mas a base dele ainda é bastante limitada: algumas respostas se repetem, outras não são tão exatas assim, e quando ele não "sabe" algo, procura no Google - algo que nós também fazemos normalmente. E, para os brasileiros, a falta do entendimento do português faz falta. Ainda não sabemos quanto tempo a Apple vai demorar para fazer essa atualização e adicionar o nosso idioma. De qualquer forma, acredito que seria capaz de passar horas e horas batendo um papo com esse robô. Da próxima vez, espero estreitar os laços de amizade! |
sábado, 15 de outubro de 2011
HTC lançará primeiro smartphone com Windows Phone 7 no Brasil | ||
A empresa não divulgou qual modelo chegará por aqui, mas, pelo anúncio, é possível deduzir que será o HTC Ultimate. O smartphone tem um processador de 1,5 GHz, 512 MB de RAM e câmera de 8 megapixels, e conta com uma tela de 4,7 polegadas. Ao que tudo indica, ele será exclusivo para clientes da Vivo. Outros detalhes, como data exata de lançamento e preço, serão divulgados no dia 20 de outubro. |
sexta-feira, 14 de outubro de 2011
Google vai lançar loja de música online | ||
Música em novo ritmo O mercado da música prepara-se para entrar em nova fase. Depois do declínio das vendas dos CDs em função da pirataria, passando pela dominância da Apple e sua iTunes Store (que vende faixas para download por por menos de dois dólares), estamos entrando na era dos serviços em cloud computing, em que os usuários não mais precisam baixar os arquivos, mas eles ficam à sua disposição para uso em qualquer dispositivo, em servidores espalhados mundo afora. E, nessa nova era, Apple e Amazon já deram passos importantes, enquanto o Google continua engatinhando. Quem está à frente nesse novo cenário é a Apple. Apoiada pelo histórico da iTunes Store, a empresa conseguiu alinhavar acordos com as principais gravadoras, que já deram sua bênção para que as músicas compradas pelos usuários possam estar disponíveis para qualquer dispositivo que se conecte ao iCloud (serviço que a Apple lançou na quarta-feira, dia 12). A Amazon também já conseguiu alguns acordos, mas a operação - pela falta de acordos com todas - é mais complicada que na Apple. No serviço da Amazon, os usuários precisam fazer o upload de cada uma das faixas para o serviço na nuvem. No caso da Apple, esse upload é automático, e os usuários nem precisam se preocupar com a operação. Google na lanterna Já o Google ainda não conseguiu firmar acordos com as principais gravadoras. Apenas selos menores já concordaram em fazer parte da nova empreitada. É claro que a situação pode se alterar nas próximas semanas, mas, de qualquer modo, o gigante da buscas vai precisar de muito fôlego para garantir um lugar ao sol nessa corrida pelo potencialmente explosivo mercado de músicas armazenadas na nuvem. |
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